Revista Futuro Consciente

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Autores da Revista Futuro Consciente - turma 72

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Doenças relacionadas ao Transtorno Dismórfico Corporal

Transtornos alimentares (anorexia; drunkorexia; bulimia) e a vigorexia são doenças relacionadas ao Transtorno Dismórfico Corporal.

Anorexia
Mais comum em mulheres, a doença faz com que as pessoas queiram emagrecer a todo custo porque se vê gorda, mesmo estando muito abaixo do peso. Para isso, métodos são utilizados para não engordar como: evitar alimentos calóricos, comer menos ou fazer exercícios em excesso.

Drunkorexia
Também conhecida como anorexia alcoólica, caracteriza-se pela perda de apetite provocada pelo consumo excessivo de álcool. O assunto está em pauta e vem sendo discutido na novela "Viver a Vida", da Rede Globo. A personagem Renata, vivida pela atriz Bárbara Paz, sofre com a doença e se recusa a fazer tratamento. 

Bulimia
Um transtorno mental que se caracteriza por episódios repetidos de ingestão excessiva de alimentos num curto espaço de tempo (as crises bulímicas), seguido por uma preocupação exagerada sobre o controle do peso corporal. Esta preocupação leva a pessoa a adotar condutas inadequadas e perigosas para sua saúde, como provocar o vômito, tomar laxantes ou diuréticos.

"Nesse caso, acontece o que os médicos chamam de episódios bulímicos, ou seja, existe uma compulsão alimentar em que o individuo come descontroladamente, se sente frustrada, triste, cheia e fisicamente se sente mal", relata a médica. 

Vigorexia
Mais comum em homens, se caracteriza por uma preocupação excessiva em ficar forte a todo custo. Apesar dos portadores desses transtornos serem bastante musculosos, passam horas na academia malhando e ainda assim se consideram fracos, magros e até esqueléticos. Uma das observações psicológicas desses pacientes é que têm vergonha do próprio corpo, recorrendo assim aos exercícios excessivos e às fórmulas mágicas para acelerar o fortalecimento como, por exemplo, os esteróides anabolizantes.

"Se o vaidoso faz exercícios para manter a auto-estima e a saúde em alta, o dismórfico faz disso uma obsessão, podendo comprometer inclusive a integridade física do corpo" afirma Soraya.

Atualmente muito se tem ouvido falar em transtornos alimentares, especialmente a Anorexia e a Bulimia Nervosa, que se tornaram pauta na mídia devido à morte de jovens do mundo da moda que os vivenciavam e pela história de vida da personagem Gisele, da novela "Páginas da Vida". Dr. Elson Mota, médico psiquiatra e psicoterapeuta, ajuda a esclarecer algumas pertinentes questões sobre estes distúrbios do comportamento alimentar, relacionados à percepção da auto-imagem.



Perguntas e respostas.

1) O que leva uma pessoa a tornar-se bulímica ou anoréxica?
Às vezes pode ser difícil identificar com precisão o que leva uma pessoa a tornar-se bulímica ou anoréxica. Não só nesse caso, mas na grande maioria dos transtornos comportamentais, vamos encontrar essa dificuldade. O que sabemos, é que normalmente encontraremos a presença de três elementos básicos: Os fatores predisponentes (que vão identificar a possibilidade de desencadear esse ou aquele transtorno, normalmente ligados à predisposição genética), os fatores desencadeantes (identificados na presença de um trauma ou um evento marcante que claramente definiu o início da doença) e os fatores psicológicos (no caso da bulimia e anorexia, normalmente ligadas a preocupações exageradas em relação à forma física, incrementados pelas exigências da mídia que cultua formas magras e a uma baixa auto-estima desses indivíduos).

2) Toda pessoa que tem bulimia ou anorexia é magra?
No caso da anorexia sim, já que essa tem seus critérios diagnósticos baseados em alguns fatores que incluem a perda ponderal importante como exigência para se firmar o mesmo. Em relação à bulimia nem sempre isso ocorre. Nesse caso, o que temos é um processo compulsivo de tentar expurgar (através de vômitos provocados, uso de laxantes ou exercícios exagerados) um possível excesso alimentar.
No entanto, nem sempre tal fato é acompanhado de uma perda ponderal importante, mas sempre estará ligado à vontade de perder peso ou de não aumentar o peso existente. Concluindo: Até mesmo alguém que esteja acima do peso, mas que, por várias vezes por semana, provoca vômitos no intuito de se livrar da alimentação ingerida, é considerada bulímica.

3) A bulimia pode levar a um quadro de anorexia?
De fato uma pessoa bulímica pode tornar-se anoréxica. Quando um bulímico passa a ter uma progressiva preocupação com a imagem corporal, pode desenvolver dietas restritivas radicais e, consequentemente, alterações físicas que vão caracterizá-lo como anoréxico.


 

4) Existe anorexia com bulimia?
Sim, pode existir. Encontramos quadros clássicos de anorexia, com baixíssima ingestão alimentar, e que, apesar disso, realizam atos expurgatórios toda vez que entendem que "passaram" do limite desejável.

5) Porque as pessoas demoram tanto tempo para procurar tratamento?
Por vários fatores: Desinformação, vergonha, preconceito; mas principalmente por não se sentirem realmente doentes. Muitos consideram seus atos expurgatórios, vômitos provocados etc., como um método válido de manutenção de seu peso, nos casos dos bulímicos. Na anorexia encontramos por parte destes, a crença de que ainda estão acima do peso desejável, e por isso acabam rejeitando qualquer forma de tratamento que os façam ganhar mais algum peso.


 

6) É possível identificar uma tendência à anorexia antes que ela esteja instalada?
Costuma-se dizer que nada começa de repente. Normalmente podemos identificar uma preocupação exagerada com a forma física, estando este como principal objeto de suas vidas e de seus anseios. É também comum observarmos, antes do quadro instalado, uma sucessão de dietas e práticas descontroladas na tentativa de se perder peso. Além disso, podemos notar uns cultos a artistas, famosos e até mesmo amigos que possuam formas esquálidas.

7) Um jovem que tenha uma vida saudável pode em um determinado momento desenvolver uma bulimia ou anorexia?
Sim. Algumas dietas exageradas, o desejo de se tornar cada vez mais magro, o medo da rejeição social, podem aos poucos ir desenvolvendo nestes um desejo de emagrecimento, que pode num determinado ponto sair do controle e desenvolver um transtorno alimentar. Existem casos de atores que desenvolveram o transtorno após atuarem em papéis em que lhes foram exigidos uma perda ponderal importante em um curto espaço de tempo.


 

8) Existem exames que possam ajudar a detectar se realmente estamos diante de uma anorexia ou de uma bulimia?
Mais uma vez vale o velho ditado médico que diz: A clínica é soberana. O aspecto comportamental e a avaliação física e nutricional são de fundamental importância. No entanto, alguns exames são de grande relevância, incluindo hemograma, dosagem hormonal, além de outros que podem identificar um déficit nutricional ocasionado pela abstinência alimentar. Outro exame que pode ser importante é a cintilografia de perfusão cerebral, que analisa áreas do cérebro que podem estar afetadas, dando um perfil do seu comprometimento, bem como da existência de alterações paralelas.

9) Podemos dizer que todo indivíduo que está bem abaixo do peso ideal é anoréxico?
De forma alguma. Temos que entender que a anorexia compreende uma alteração comportamental em que estará presente um desejo consciente de realizar uma restrição alimentar radical, baseada na distorção da imagem corporal, ou seja: Por mais que a pessoa esteja magra, ela não se vê como tal. Além disso, é de fundamental importância que se estabeleça uma avaliação que exclua outras doenças.


 


 


 

Anorexia Nervosa

A anorexia nervosa é uma disfunção alimentar, caracterizada por uma rígida e insuficiente dieta alimentar (caracterizando em baixo peso corporal) e estresse físico. A anorexia nervosa é uma doença complexa, envolvendo componentes psicológicos, fisiológicos e sociais. Uma pessoa com anorexia nervosa é chamada de anoréxica. Uma pessoa anoréxica pode ser também bulímica. A anorexia nervosa afeta primariamente adolescente do sexo feminino e jovens mulheres do Hemisfério Ocidental, mas também afeta alguns rapazes. No caso dos jovens adolescentes de ambos os sexos, poderá estar ligada a problemas de auto-imagem, dismorfia, dificuldade em ser aceito pelo grupo, ou em lidar com a sexualidade genital emergente, especialmente se houver um quadro neurótico (particularmente do tipo obsessivo-compulsivo) ou história de abuso sexual ou de bullying. A taxa de mortalidade da anorexia nervosa é de aproximadamente 10%, uma das maiores entre qualquer transtorno psicológico.

Peso corporal em 85% ou menos do nível normal.
Prática excessiva de atividades físicas, mesmo tendo um peso abaixo do normal. Comumente, anoréxicos vêem peso onde não existe, ou seja, o anorético pensa que tem um peso acima do normal.
Em pessoas do sexo feminino, ausência de ao menos três ou mais menstruações. A anorexia nervosa pode causar sérios danos ao sistema reprodutor feminino.
Diminuição ou ausência da libido; nos rapazes poderá ocorrer disfunção erétil e dificuldade em atingir a maturação sexual completa, tanto a nível físico como emocional.
Crescimento retardado ou até paragem do mesmo, com a resultante má formação do esqueleto (pernas e braços curtos em relação ao tronco).
Descalcificação dos dentes; cárie dentária.
Depressão profunda.
Tendências suicidas.
Bulimia, que pode desenvolver-se posteriormente em pessoas anoréxicas.
Obstipação grave.
A anorexia possui um índice de mortalidade entre 15 a 20%, o maior entre os transtornos psicológicos, geralmente matando por ataque cardíaco, devido à falta de potássio ou sódio (que ajudam a controlar o ritmo normal do coração). Pode ser causada por distúrbio da auto-estima.
Esperança é a palavra-chave, até porque, sublinha a presidente da Associação dos Familiares e Amigos dos Anorécticos e Bulímicos, «70 por cento destes doentes têm cura definitiva».
Anorexia é um mal que acontece quando os jovens tentam emagrecer através de dieta ou outras maneiras e a tentativa é frustrante então param de comer ou reduzem ao maximo nos hábitos alimentares e surge essa doença avassaladora

Bulimia

Bulimia nervosa é uma disfunção alimentar. Tem incidência maior a partir da adolescência e prevalência de 3 a 7% da população, embora seja difícil mapear o real número de pessoas que sofrem da doença, uma vez que ela está cercada de preconceitos e é difícil para o próprio doente confessar seu problema. Cerca de 90% dos casos ocorre em mulheres. A pessoa bulímica, de acordo com os critérios diagnósticos do CID 10, tende a apresentar períodos em que se alimentam em excesso, muito mais do que a maioria das pessoas conseguiriam se alimentar em um determinado espaço de tempo, seguidos pelo sentimento de culpa. Existe também trabalhos acadêmicos recentes relatando que a ingestão alimentar excessiva caracteriza-se muitas vezes pelo sentimento subjetivo de excesso do que excesso propriamente dito. Mas, de toda forma, o CID 10 conceitua a questão de uma ingesta excessiva objetiva para fins diagnósticos.
Ainda sobre critérios diagnósticos (ver CID 10), esses episódios de intensa ingesta devem ocorrer pelo menos duas vezes por semana em um período de pelo menos 3 meses. Além disso, deve estar presente uma sensação de que se é incapaz de controlar o que se come, bem como movimentos no sentido de compensar a "farra" alimentar. Outro item diagnóstico é a percepção de uma avaliação do indivíduo calcada exageradamente em critérios corporais, como se qualquer alteração na forma alterasse a própria existência do indivíduo como um todo. Esse último item se refere a distorção da imagem corporal.
Para "compensar" o ganho de peso, o bulímico exercita-se de forma desmedida, vomita o que come e faz uso excessivo de purgantes, diuréticos e enemas. Essas pessoas podem ainda jejuar por um dia ou mais também na tentativa de compensar o comer compulsivo, muitas vezes entrando em um repetitivo ciclo de intensa restrição alimentar alternadas com farras culposas que o levam ao sistema compensatório. A própria restrição alimentar excessiva pode ser uma das desencadeadoras dos episódios compulsivos. O bulímico geralmente se encontra com peso normal, levemente aumentado ou diminuído (mas não chegando à magreza da anorexia). Essa aparência de normalidade muitas vezes dificulta que se identifique o problema, o que muitas vezes leva a uma demora em se procurar ajuda.
Pacientes bulímicos costumam envergonhar-se de seus problemas alimentares e, assim, buscam ocultar seus sintomas. Dessa forma, as compulsões periódicas ger.




Diabulimia impulsiona criação de ONG

Combater um transtorno alimentar não é fácil: o problema é complexo e muitas vezes não é visto como uma doença, o que o afasta da possibilidade de ser tratado adequadamente. Outra dificuldade é o custo elevado do tratamento desses distúrbios no Brasil. Com base em todas essas questões foi criada a Associação Brasileira de Transtornos Alimentares – Astral BR, ONG que utiliza a internet como principal meio de comunicação com portadores dos transtornos.

O trabalho teve início no Rio de Janeiro, com a advogada Maria Clara Siqueira Castro, de 27 anos, que viveu um distúrbio alimentar originado do diabetes de que é portadora: a diabulimia. Apesar de dependente da insulina, Maria Clara, frustrada com os efeitos colaterais do hormônio – que lhe causava inchaços e a fazia pesar cerca de quatro quilos a mais em uma semana – deixava de tomar seu medicamento. Ficava sonolenta e cansada em excesso devido à falta da substância, e voltava a tomá-la assim que percebia que chegara ao limite e que precisava dela se quisesse continuar viva. Equilibrando-se entre ser infeliz com a insulina ou correr risco de vida sem ela, acabava controlando sozinha os limites de sua saúde.

Da mesma forma que Maria Clara suspendia a insulina por conta própria para se sentir melhor consigo mesma, é comum jovens simplesmente abolirem a alimentação de suas rotinas imaginando que, ao conseguirem um corpo esbelto, obterão sucesso em tudo o que fizerem. A magreza aparece como um caminho para a realização, como se fosse capaz de acabar com todos os problemas. Na opinião de Maria Clara, o principal motivo para as pessoas embarcarem numa vida de transtorno alimentar seria de cunho emocional, com a colaboração da pressão da mídia e dos grupos de amigos, especialmente influentes na infância e adolescência.

"As principais características (de o transtorno alimentar) são a insatisfação com o corpo, obsessão pela magreza e distorção da imagem corporal. Isso vai a tal extremo que a pessoa age de forma a causar danos ao seu organismo. Eu tinha todas essas características, além de baixa auto-estima, e omitia minha insulina, mesmo sabendo que aquilo estava me matando, no intuito de perder peso", conta Maria Clara. O depoimento pode ser comparado ao de portadores anorexia e bulimia – transtornos mais conhecidos que a diabulimia, mas que tem em comum a ação de purgar, ou seja, de evitar que o organismo absorva alimentos. Sem insulina no sangue, o corpo de Maria Clara não podia utilizar os alimentos como fonte de energia e a maior parte das calorias ingeridas se perdiam.

Combatendo os transtornos

O processo de recuperação de um transtorno é longo: primeiro, existe a necessidade de conscientizar a pessoa de que ela está doente. Em segundo lugar, como conta Maria Clara, ela precisa se convencer de que é necessário avisar à família sobre a doença. Depois disso, ela seria levada a fazer um tratamento. No entanto, depois de resolvidas as primeiras questões e quando a pessoa finalmente começa a se tratar é que começam a aparecer outros problemas. No caso da anorexia, é difícil convencer a vítima do distúrbio de que precisa recuperar peso, pois ela logo associa o processo ao medo de engordar. Na maioria das vezes, o que acontece é que ela precisa em primeiro lugar chegar a um peso mínimo para se manter saudável e a partir daí começar um tratamento multidiscliplinar, com um psicólogo e outros profissionais.

Maria Clara viajou algumas vezes para os Estados Unidos para se tratar em uma clínica. Enquanto passava por experiências complexas em função de seu transtorno, ela percebia que no Brasil o tratamento para distúrbios alimentares era caro e o assunto, alvo de menos atenção e seriedade do que deveria. Com a oportunidade de se recuperar e ficar bem decidiu que assim que pudesse se dedicaria a ajudar outras pessoas a terem também uma chance de receber ajuda para os seus transtornos. E enquanto conversava com as pessoas pelo Orkut e por e-mail ela foi aprendendo a ajudá-las e a aconselhá-las, até conseguir concretizar o projeto da ONG, em julho de 2006.

No momento, o principal projeto da Astral – que por enquanto funciona pela internet, mas busca apoio para construir sede no Rio de Janeiro – é a reunião de médicos de todo o Brasil dispostos a tratar distúrbios alimentares a preços mais acessíveis. Maria Clara procurou, listou e entrou em contato com dezenas deles, de todos os cantos do país, procurando saber se concordavam em participar de seu projeto. Muitos lhe responderam positivamente. Agora, ela se coloca à disposição de quem precisa de ajuda para intermediar o contato com esses profissionais e encaminhar os portadores de distúrbios para o tratamento.

Além disso, a Astral oferece diversas formas de contato através de seu site, o que possibilita uma ampla troca de informações e experiências visando apoiar os portadores de transtornos alimentares e lhes fornecer informações que ajudem a se manter bem até que consigam iniciar um tratamento. Há uma área colaborativa, em que os internautas podem publicar suas histórias pessoais ou artigos relacionados para outros usuários do site terem acesso. Os e-mails da direção estão disponíveis, além de uma área para contato. Outras formas de relacionamento online serão lançadas em breve, entre elas um chat e um blog que possibilitarão uma troca maior entre os usuários do site.

A diabulimia

O nome dado ao transtorno, que combina diabetes com bulimia, é novo. Mas o distúrbio em si não é: ele foi diagnosticado em portadores de diabetes, especialmente os que têm o tipo 1, na década de 80. Desde então, vem sendo estudado e se torna cada vez mais conhecido.

Quando as injeções de insulina são suspensas, o nível de açúcar no sangue aumenta e as conseqüências geralmente são ressecamento da boca, perda de peso e, principalmente, a cetoacidose diabética – uma complicação advinda do mau controle do diabetes, que faz com que o corpo consuma a gordura que armazena quando não há insulina para que a glicose seja usada como fonte de combustível, conforme explica artigo publicado no site da Sociedade Brasileira de Diabetes. As conseqüências disso são cansaço físico elevado, náuseas, vômito, desejo freqüente de urinar, sede excessiva, hipotermia, hipotensão e taquicardia.

A anorexia está também associada a esse desequilíbrio. "A linha entre anorexia, bulimia e transtorno de compulsão alimentar periódica (TCAP) é muito tênue. Quem tem bulimia pode ter fases de anorexia. Pode ainda ser acometido por um desses transtornos antes mesmo de saber que tem diabetes", alerta o artigo do site da SBD.

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